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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Vereadores aprovam Orçamento 2019 e execução de Hino nas escolas do Município



Os vereadores da Câmara Municipal de Pilõezinhos, Estado da Paraíba, reuniram-se nesta quinta-feira (08/11) para realizar sessão ordinária e deliberar pauta de interesse da coletividade. Os trabalhos foram conduzidos pelo vereador/presidente Elisandro Vieira (Sandro da Van). Inicialmente, a ata da sessão anterior foi lida e aprovada por todos os presentes.
A sessão prosseguiu apreciando um Projeto de Lei de autoria do vereador Paulo Roberto (Paulo de França) determinando à execução do Hino Nacional Brasileiro e do Hino Municipal nos estabelecimentos públicos e privados do ensino fundamental e dá outras providências. A iniciativa foi aprovada por todos os presentes.
Sequencialmente, a Mesa Diretora colocou em votação o Projeto de Lei do vereador Marcelo Cavalcante (Marcelo de Beto) que disciplina a doação de terrenos no âmbito do município. A proposta não contou com o apoio dos vereadores Jaelson Monteiro, Josimar Pinto, João de Gêu e Júnior de Dinda, que se abstiveram da votação. Não foi alcançado o quorum mínimo.

A Lei Orçamentária Anual – LOA 2019, com previsão de R$ 23.510.000,00 (Vinte e Três Milhões, Quinhentos e Dez Mil Reais), foi colocada em votação e obteve a aprovação da maioria dos presentes. Os vereadores Marcelo de Beto, Nen Taxista e Beto de Nêga se abstiveram da votação do orçamento.
Na tribuna, o vereador Marcelo criticou os vereadores que não aprovaram o projeto que visava disciplinar a doação de terrenos em Pilõezinhos. Infelizmente, muitos políticos querem apenas beneficiar cabos eleitorais e familiares. “Isto é uma vergonha”, bradou o parlamentar afirmando que os pobres serão sempre prejudicados.
O vereador Carlos Alberto (Beto de Nêga) justificou sua abstenção na votação do orçamento 2019 alegando que a gestão não cumpriu suas promessas. “Pensamos que teríamos o Bolsa do Povo e Aluguel Social, mas infelizmente, não aconteceu”, reclamou o vereador.
O vereador Jaelson Monteiro, na tribuna, lembrou que orçamento municipal é apenas uma previsão e não significa que será executado a risca. “Precisamos entender que até em nossas casas fazemos previsões e, inesperadamente, chega uma doença e toda previsão é prejudicada, assim é o município, não temos receita fixa”, alegou o vereador.
Os vereadores Paulo de França, João de Gêu e Sandro da Van esclareceram que as doações de terrenos no município estão disciplinadas desde 2012. Segundo Sandro da Van, infelizmente, o vereador Marcelo apenas deseja diminuir as pessoas humildes de Pilõezinhos que receberam um terreno da edilidade. “A lei das doações está em vigor precisamos cumpri-la e pronto”, alertou Sandro.
Assessoria

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