Cartazes, faixas e banners foram expostos com frases evidenciadas na forma imperativa para causar mais efeito e entendimento aos interlocutores que participavam e presenciavam a caminhada, como por exemplo: NÃO FECHE OS OLHOS! NÃO DEIXE DE ESCUTAR! NÃO SE CALE!
DENUNCIE!
Objetivando evidenciar o dia 18 de maio (Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes), dia este que ficou marcado pela morte da criança Araceli Cabrera Sánchez Crespo que foi assassinada em 18 de maio de 1973, por dois homens. O corpo da menina Araceli foi encontrado 6 dias depois, nos fundos do Hospital Infantil de Vitória (Hospital Jesus Menino). Uma das hipóteses foi de que a menina teria sido mandada pela mãe para entregar um envelope a Jorge Michelini, tio de Dantinho, um dos suspeitos de sua morte. Chegando lá, os acusados a teriam drogado, estuprado e assassinado num apartamento do Edifício Apolo, no centro de Vitória. Porém, de acordo com a promotoria (e depoimento de Marislei Fernandes Muniz), Araceli esperava o ônibus depois da escola, quando Paulo Helal, que estava em seu Ford Mustang branco, pediu para Marislei dizer à menina que “Tio Paulinho” a chamava para levá-la para casa.
O evento contou com diversas apresentações artísticas e culturais. A Banda Marcial da cidade de Sertãozinho esteve presente e se apresentou durante a caminhada e concluiu sua apresentação na Praça São Sebastião (onde foi realizada a concentração). Alunos da rede municipal mostraram, por meio de uma encenação teatral, como os agressores agem para tentar persuadir e convencer as crianças para realizar o crime. A equipe do SCFV (Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos) também se apresentaram em praça pública, onde crinças mostraram suas habilidades e desenvoltura na prática do esporte, mais especificante a capoeira.
Da Assessoria
Prefeitura de Pilõezinhos






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